quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Confrontando o eu interior.

"Você é um otário!"
Ele acabara de deferir essa palavras para se ofender...

"Isso mesmo eu sou um otário"
Naquela altura do campeonato ele não se ofendia mais, ele e seu subconsciente finalmente chegaram a um acordo, de que ele era um otário.

"Você errou, teve uma segunda chance e cometeu o mesmo erro."
E ele lembrou que nunca poderia imaginar que outra chance como aquela poderia acontecer, mas ocorreu e ele errou novamente. O mesmo erro, o mesmo vacilo.
"Agora é tarde, eu sou idiota! Não merecia ter outra chance, Deus foi muito bom comigo e eu errei."
Mas desta vez o erro não foi tão igual, ele havia previsto a ação, começou uma reação um pouco antes, mas o final foi o mesmo.

"Você não merece viver!"

"Realmente, não mereço viver, mas se eu morrer te levo comigo."
Foi aí que ele percebeu que seu outro eu era ele mesmo, logo ele não errou sozinho seu outro foi omisso com suas escolhas.

"Você é um otário e merece morrer, mas nem tudo está acabado! Vá atrás do prejuízo, utilize todas as suas armas, e lembre-se: eu sempre estarei com você e desta vez te ajudarei com o seu principal objetivo."

"Eu tenho medo da sua ajuda, mas você tem razão: o jogo só acaba quando o juiz apita fim de jogo, e o juiz em questão disse que ainda tem acréscimos."

"En"
"tão"
"Va"
"mos"
"Ven"
"cer"

E lá foi ele em busca da vitória, em busca de um milagre...

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